Nadando com Maya – Uma História de Resiliência e Amor

Nadar com Maya apareceu na minha pilha TBR (para ser lido) no final da minha gravidez. Dizia-se que o livro de memórias era “comovente e curador”, mas eu tinha quase certeza de que nunca seria capaz de lidar com a parte dolorosa naquelas circunstâncias. Peguei Nadando com Maya e coloquei de lado depois de algumas páginas. Eu adorei a história, mas estava com medo de como poderia lidar com a perda e a dor de cabeça que Eleanor teve de suportar. A escrita de Vincent e seu espírito triunfante continuaram me puxando de volta. Fiquei tão atraído pela parte da história que cura o coração que me peguei gostando tanto das memórias que não conseguia parar de ler.

Nenhum pai quer pensar na morte impensável de um filho; e ainda assim cada um de nós faz. Não queremos que nada aconteça aos nossos filhos e, no entanto, enquanto os carregamos, tememos o aborto espontâneo, depois que nascem nos preocupamos com a síndrome da morte súbita infantil, então há tiroteios em escolas, acidentes de trânsito, etc … já que a morte é um fato da vida, encontramos pensamentos e medos de perda todos os dias. Eleanor Vincent criou suas duas filhas, Maya e Meghan, virtualmente como uma mãe solteira e, em minha opinião, isso torna o vínculo mãe-filha ainda mais forte.

É impossível imaginar o que Eleanor Vincent estava sentindo quando sua filha de 19 anos, Maya, caiu de um cavalo e foi deixada em coma, que acabou tirando sua vida. Eleanor tomou a corajosa decisão de doar os órgãos de Maya. Eleanor usa sua situação difícil e a morte de Maya para contar uma história inspiradora e motivadora e Eleanor fica ainda mais forte (assim como o leitor) no final da história.

Nadar com Maya era mais triunfo do que eu imaginava. Fiquei grato por ter lido os momentos difíceis para ver a mensagem memorável e motivacional. Admiro Eleanor Vincent por ser capaz de colocar sua história no papel para que todos pudessem ler. Não consigo imaginar as lágrimas que foram derramadas ao reviver aqueles momentos que mudariam para sempre sua vida. Obrigado a Eleanor, Maya e Dream of Things Publishing por compartilhar esta história triunfante com leitores em todos os lugares. Meus agradecimentos pessoais a Eleanor por escrever de tal forma que a cura é mais pronunciada do que a dor – foi só por esse motivo que consegui ler e terminar de Nadar com Maya.

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